HISTÓRIA - A História é o estudo do passado. Esta ciência humana é de fundamental importância para entendermos o que fomos e o que somos. Uma nação que conhece e valoriza sua história está mais preparada para enfrentar os desafios do futuro. A História tem como objetivo principal analisar e interpretar as ações dos seres humanos no tempo e espaço.
terça-feira, 13 de junho de 2017
Rumo ao Mundo do Passeio com o prof Alexandre: BREVE HISTÓRIA DAS CAPITAIS BRASILEIRAS - SALVADOR...
Rumo ao Mundo do Passeio com o prof Alexandre: BREVE HISTÓRIA DAS CAPITAIS BRASILEIRAS - SALVADOR...: postagem 09 HISTÓRIA DAS CAPITAIS BRASILEIRAS SALVADOR Série apresenta as origens, tradições e cultura de seis das maiores e mai...
segunda-feira, 12 de junho de 2017
postagem 54
HISTÓRIA DA VIDA PRIVADA NO BRASIL (VOLUME 1)
Os três primeiros séculos da vida nacional, desde a chegada dos
portugueses às costas brasileiras até a instalação da corte de dom João
VI no Rio de Janeiro.
A organização do volume é de Laura de Mello e Souza.
A organização do volume é de Laura de Mello e Souza.
A Coleção História da vida privada no Brasil, em quatro
volumes, tem por objetivo descrever e analisar os costumes, hábitos e
modos de ser dos brasileiros ao longo de quase cinco séculos, dos
primórdios da colonização portuguesa aos dias de hoje. Os nove artigos
deste primeiro volume focalizam detalhes do dia-a-dia dos nossos
antepassados: o que e como comiam; onde dormiam; que educação recebiam; o
cotidiano dos escravos; as viagens pelo interior; como se sabia a hora;
os hábitos de higiene; a vida nas cidades: como se namorava, noivava e
casava; como se nascia e como se morria.
História da vida privada no Brasil traz um Brasil visto de perto, ano a ano, hora a hora, descrevendo uma gente que deixava de ser portuguesa, africana, imigrante para se tornar brasileira.
Sumário
Prefácio - Fernando A. Novais
1. Condições da privacidade na colônia - Fernando A. Novais
2. Formas provisórias de existência: a vida cotidiana nos caminhos, nas fronteiras e nas fortificações - Laura de Mello e Souza
3. Famílias e vida doméstica - Leila Mezan Algranti
4. Cotidiano e vivência religiosa: entre a capela e o calundu - Luiz Mott
5. Moralidades brasílicas: deleites sexuais e linguagem erótica na sociedade escravista - Ronaldo Vainfas
6. Ritos da vida privada - Mary del Priore
7. O que se fala e o que se lê: língua, instrução e leitura - Luis Villalta
8. A sedução da liberdade: cotidiano e contestação política no final do século XVIII - István Jancsó
Prêmio Jabuti 1998 de Melhor Livro de Ciências Humanas
História da vida privada no Brasil traz um Brasil visto de perto, ano a ano, hora a hora, descrevendo uma gente que deixava de ser portuguesa, africana, imigrante para se tornar brasileira.
Sumário
Prefácio - Fernando A. Novais
1. Condições da privacidade na colônia - Fernando A. Novais
2. Formas provisórias de existência: a vida cotidiana nos caminhos, nas fronteiras e nas fortificações - Laura de Mello e Souza
3. Famílias e vida doméstica - Leila Mezan Algranti
4. Cotidiano e vivência religiosa: entre a capela e o calundu - Luiz Mott
5. Moralidades brasílicas: deleites sexuais e linguagem erótica na sociedade escravista - Ronaldo Vainfas
6. Ritos da vida privada - Mary del Priore
7. O que se fala e o que se lê: língua, instrução e leitura - Luis Villalta
8. A sedução da liberdade: cotidiano e contestação política no final do século XVIII - István Jancsó
Prêmio Jabuti 1998 de Melhor Livro de Ciências Humanas
Título original: HIST. VIDA PRIVADA BR VL.1
Capa:
Hélio de Almeida
Páginas: 560
Páginas: 560
HISTÓRIA DA VIDA PRIVADA NO BRASIL (VOLUME 2)
Uma história da privacidade e das
práticas cotidianas dos brasileiros do século XIX. Numa abordagem
inovadora, desvendam-se os mecanismos da moderna sociedade e a dinâmica
da formação nacional.
A organização do volume é de Luiz Felipe de Alencastro.
A organização do volume é de Luiz Felipe de Alencastro.
Apresentação
A propagação das modas européias, as relações entre os senhores e os
escravos, os modos de vida dos migrantes e novos imigrantes europeus, as
posses e as angústias familiares dos senhores de engenho são os temas
de alguns dos oito ensaios dessa obra. Destaque para o Rio de Janeiro,
que desfrutou no século XIX de uma preeminência jamais igualada por
outra cidade brasileira, para as dezenas de ilustrações, muitas
extraídas da ágil imprensa nacional, e para as fotografias da época.
Sumário
Introdução. Modelos da história e da historiografia imperial - Luiz Felipe de Alencastro
1. Vida privada e ordem privada no Império - Luiz Felipe de Alencastro
2. O cotidiano da morte no Brasil oitocentista - João José Reis
3. A opulência na província da Bahia - Katia M. de Queirós Matoso
4. Imagem e auto-imagem do Segundo Reinado - Ana Maria Mauad
5. Senhores e subalternos no Oeste paulista - Robert W. Slenes
6. Caras e modos dos migrantes e imigrantes - Luiz Felipe de Alencastro e Maria Luiza Renaux
7. Laços de família e direitos no final da escravidão - Hebe M. Mattos de Castro
8. O fim das casas-grandes - Evaldo Cabral de Mello
Epílogo - Luiz Felipe de Alencastro
Sumário
Introdução. Modelos da história e da historiografia imperial - Luiz Felipe de Alencastro
1. Vida privada e ordem privada no Império - Luiz Felipe de Alencastro
2. O cotidiano da morte no Brasil oitocentista - João José Reis
3. A opulência na província da Bahia - Katia M. de Queirós Matoso
4. Imagem e auto-imagem do Segundo Reinado - Ana Maria Mauad
5. Senhores e subalternos no Oeste paulista - Robert W. Slenes
6. Caras e modos dos migrantes e imigrantes - Luiz Felipe de Alencastro e Maria Luiza Renaux
7. Laços de família e direitos no final da escravidão - Hebe M. Mattos de Castro
8. O fim das casas-grandes - Evaldo Cabral de Mello
Epílogo - Luiz Felipe de Alencastro
ficha técnica
HISTÓRIA DA VIDA PRIVADA NO BRASIL (VOLUME 3)
Cobrindo desde o final do século
XIX às primeiras décadas do século XX, os artigos deste livro estudam os
efeitos da ativação econômica e das inovações tecnológicas na
conformação de novas práticas e hábitos na sociedade brasileira, tais
como sair de férias ou escovar os dentes.A organização do volume é de
Nicolau Sevcenko.
Apresentação
Escovar os dentes, jogar a caneta fora quando a tinta acaba, ir ao
cinema, lavar a própria louça ou remunerar uma empregada doméstica para
fazer isso, tomar refrigerante gelado, jogar futebol, acender o cigarro
da namorada... A Coleção História da vida privada no Brasil chega ao século XX.
As amplas transformações tecnológicas do final do século XIX, o declínio do Império, a emancipação dos escravos, o advento do regime republicano, a chegada dos grandes contingentes de imigrantes vindos de todas as partes do mundo, as migrações internas, o adensamento populacional nas cidades: nunca antes houve tantas mudanças em tão pouco tempo. Os sete capítulos de República: da Belle Époque à era do rádio, terceiro volume da Coleção História da vida privada no Brasil, focalizam as novas práticas e hábitos de consumo surgidos em meio a essas mudanças.
Sumário
Introdução. O prelúdio republicano, astúcias da ordem e ilusões do progresso - Nicolau Sevcenko
1. Da escravidão à liberdade: dimensões de uma privacidade possível - Maria Cristina Cortez Wissenbach
2. Habitação e vizinhança: limites da privacidade no surgimento das metrópoles brasileiras - Paulo César Garcez Marins
3. Imigrantes: a vida privada dos pobres do campo - Zuleika Alvim
4. A dimensão cômica da vida privada na República brasileira - Elias Thomé Saliba
5. Recônditos do mundo feminino - Marina Maluf e Maria Lúcia Mott
6. Cartões-postais: álbuns de família e ícones da intimidade - Nelson Schapochnick
7. A capital irradiante: técnica, ritmos e ritos do Rio - Nicolau Sevcenko
As amplas transformações tecnológicas do final do século XIX, o declínio do Império, a emancipação dos escravos, o advento do regime republicano, a chegada dos grandes contingentes de imigrantes vindos de todas as partes do mundo, as migrações internas, o adensamento populacional nas cidades: nunca antes houve tantas mudanças em tão pouco tempo. Os sete capítulos de República: da Belle Époque à era do rádio, terceiro volume da Coleção História da vida privada no Brasil, focalizam as novas práticas e hábitos de consumo surgidos em meio a essas mudanças.
Sumário
Introdução. O prelúdio republicano, astúcias da ordem e ilusões do progresso - Nicolau Sevcenko
1. Da escravidão à liberdade: dimensões de uma privacidade possível - Maria Cristina Cortez Wissenbach
2. Habitação e vizinhança: limites da privacidade no surgimento das metrópoles brasileiras - Paulo César Garcez Marins
3. Imigrantes: a vida privada dos pobres do campo - Zuleika Alvim
4. A dimensão cômica da vida privada na República brasileira - Elias Thomé Saliba
5. Recônditos do mundo feminino - Marina Maluf e Maria Lúcia Mott
6. Cartões-postais: álbuns de família e ícones da intimidade - Nelson Schapochnick
7. A capital irradiante: técnica, ritmos e ritos do Rio - Nicolau Sevcenko
HISTÓRIA DA VIDA PRIVADA NO BRASIL (VOLUME 4)
Vários autores
Lilia Moritz Schwarcz (Org.)
Lilia Moritz Schwarcz (Org.)
Doze ensaios que refletem a
interdisciplinaridade da equipe de autores e abordam temas como
violência, imigração, relações entre política e vida privada,
organização familiar e preconceito racial no Brasil a partir de 1930.
Último volume da coleção.A organização do volume é de Lilia Moritz
Schwarcz.
Apresentação
Este volume encerra a Coleção História da vida privada no Brasil,
projeto que se tornou um marco editorial no país e que foi viabilizado,
no plano empresarial, por uma parceria consistente entre a
White-Martins e a Companhia das Letras. No plano acadêmico, o projeto
aglutinou intelectuais de diferentes campos de conhecimento, ampliando a
ressonância de pesquisas isoladas e propiciando um diálogo mais rico
entre elas.
Com o subtítulo Contrastes da intimidade contemporânea, esta coletânea investiga certos contornos que o Brasil adquiriu a partir de 1930. Acompanhados de farto material iconográfico e refletindo a interdisciplinaridade da equipe, são doze ensaios que exploram temas como violência, imigração, relações entre política e vida privada, organização familiar e preconceito racial, entre outros.
Sumário
Introdução. Sobre semelhanças e diferenças - Lilia Moritz Schwarcz
1. Imigração: cortes e continuidades - Boris Fausto
2. As figuras do sagrado: entre o público e o privado - Maria Lucia Montes
3. Nem preto nem branco, muito pelo contrário: cor e raça na intimidade - Lilia Moritz Schwarcz
4. Para não dizer que não falei de samba: os enigmas da violência no Brasil - Alba Zaluar
5. Carro-zero e pau-de-arara: o cotidiano da oposição de classe média ao regime militar - Maria Hermínia Tavares de Almeida e Luiz Weis
6. Arranjos familiares no Brasil: uma visão demográfica - Elza Berquó
7. Diluindo fronteiras: a televisão e as novelas no cotidiano - Esther Hamburger
8. A política brasileira em busca da modernidade: na fronteira entre o público e o privado - Angela de Castro Gomes
9. Capitalismo tardio e sociabilidade moderna - João Manuel Cardoso de Mello e Fernando A. Novais
10. A vida privada nas áreas de expansão da sociedade brasileira - José de Souza Martins
Considerações finais. Brasil: o tempo e o modo - Lilia Moritz Schwarcz, Laura de Mello e Souza e Fernando A. Novais
Com o subtítulo Contrastes da intimidade contemporânea, esta coletânea investiga certos contornos que o Brasil adquiriu a partir de 1930. Acompanhados de farto material iconográfico e refletindo a interdisciplinaridade da equipe, são doze ensaios que exploram temas como violência, imigração, relações entre política e vida privada, organização familiar e preconceito racial, entre outros.
Sumário
Introdução. Sobre semelhanças e diferenças - Lilia Moritz Schwarcz
1. Imigração: cortes e continuidades - Boris Fausto
2. As figuras do sagrado: entre o público e o privado - Maria Lucia Montes
3. Nem preto nem branco, muito pelo contrário: cor e raça na intimidade - Lilia Moritz Schwarcz
4. Para não dizer que não falei de samba: os enigmas da violência no Brasil - Alba Zaluar
5. Carro-zero e pau-de-arara: o cotidiano da oposição de classe média ao regime militar - Maria Hermínia Tavares de Almeida e Luiz Weis
6. Arranjos familiares no Brasil: uma visão demográfica - Elza Berquó
7. Diluindo fronteiras: a televisão e as novelas no cotidiano - Esther Hamburger
8. A política brasileira em busca da modernidade: na fronteira entre o público e o privado - Angela de Castro Gomes
9. Capitalismo tardio e sociabilidade moderna - João Manuel Cardoso de Mello e Fernando A. Novais
10. A vida privada nas áreas de expansão da sociedade brasileira - José de Souza Martins
Considerações finais. Brasil: o tempo e o modo - Lilia Moritz Schwarcz, Laura de Mello e Souza e Fernando A. Novais
Ficha Técnica
Casarões e Antigas Fazendas do Tempo do Brasil Império (1)
postagem 53
Música - ENCONTRO- autor José Carlos Arantes
NOMES DOS CASARÕES E FAZENDAS Obs: Os nomes e datas das Fazendas, podem não ser precisas (fonte google)
0:10
Fazenda Boa Vista Bananal -- SP, de 1780, onde foram gravadas varias
novelas entre elas, Cabocla e Sinhá moça ( seg. versão)
0:34 Fazenda dos Coqueiros - Bananal SP, de 1855, onde foram gravadas cenas da novela Sinhá moça (seg. versão)
0:52 Fazenda da Cachoeira - Bananal SP, meados do séc. XIX,
0:56 Fazenda Cantagalo - Valença RJ, séc. XIX
1:00 Fazenda Resgate -- Bananal SP, datada de 1828
1:04 Fazenda Santa Maria - Barra do Piraí RJ séc. XIX, hoje Hotel Fazenda Arvoredo
1:07 Fazenda Boa Vista - Paraíba do Sul RJ, séc. XIX
1:11 Fazenda Paineiras - Bananal SP, séc. XIX
1:15 Fazenda Penedo - Itatiaia RJ, séc. XIX
1:19 Fazenda Independência - Bananal SP, data 1822
1:23 Fazenda Santa Clara - Santa Rita de Jacutinga, data 1856.
1:26 Fazenda São Luiz - Valença RJ, meados metade do séc. XIX,
1:30 Fazenda Santana do Turvo - Barra mansa RJ, por volta de 1826.
1:33 Fazenda 2 córregos SP, provavelmente meados do séc. XlX
1:37 Fazenda São Joaquim das Ipiabas - Barra do Piraí RJ, por volta de 1820.
1:41 Fazenda da Taquara - Barra do Piraí RJ, provavelmente na década de 1830.
1:46 Fazenda da Conceição - Petrópolis RJ, final do século XVIII
1:48 Fazenda Ponte Alta - Barra do Piraí RJ, por volta de 1830
1:52 Fazenda da Cachoeira - Porto das Flores -- MG, data desconhecida
1:56 Fazenda amarela MG, época de construção, no final do sec. XlX
2:00 Fazenda Florença RJ, construída em 1852
2:04 Fazenda União - localizada em Rio das Flores RJ, é datada de 1836
2:07 Fazenda Pau Grande - Paty de Alferes RJ, construída no começo do século XVII
2:11 Fazenda da Posse - Barra Mansa RJ, datada de 1768
2:15 Fazenda Primavera - Barra Mansa RJ, final do século XIX
2:19 Fazenda Santa Gertrudes - Limeira SP, por volta de 1848
2:22 Fazenda do Sossego - Paraíba do Sul RJ, do século XIX
2:26 Fazenda Três Barras - Bananal SP, final do sec. XVlll ou inicio do sec. XlX
2:29 Fazenda Pau d'Alho - São José do Barreiro SP, por volta de 1817
2:33 Fazenda Ponte Alta - Barra do Piraí RJ, por volta de 1830
2:37 Fazenda Ponte Alta - Barra do Piraí RJ, por volta de 1830
2:41 Fazenda das Palmeiras - São José do Barreiro SP, por volta 1817
2:46 Fazenda São Pedro do Rochedo - Valença RJ, século XIX
2:49 Fazenda Boa Esperança - Resende RJ, século XIX
2:52 Fazenda São Joaquim da Grama - Rio Claro RJ, século XIX
2:56 Fazenda União - localizada em Rio das Flores RJ, é datada de 1836
3:00 Fazenda Chacrinha - Valença RJ, século XIX
3:03 Fazenda São Lucas - Barra Mansa RJ, fim do século XIX
3:07 Fazenda Grataú - Angra dos Reis RJ, do séc.XlX
3:11 Fazenda Babilônia - Resende RJ, século XIX
3:15 Fazenda Três Saltos - Pinheiral RJ, 2ª década do séc. XIX
3:18 Fazenda Villa-Forte - Resende RJ, datada do século XVlll
3:22 Fazenda da prosperidade - Barra do Pirai RJ, fundada entre1820 e 1830
3:26 Fazenda Cachoeira Grande - Vassouras RJ, século XIX
3:34 Fazenda Paraíso -Rio das Flores RJ, início do sec. XlX
3:37 Fazenda do Castelo - Resende RJ, Construída em 1836
3:41 Fazenda Conceição -- Além Paraíba MG, data desconhecida
3:46
Fazenda Santo Inácio - Rio das Flores RJ, erguida em 1830, com nome de
"Santo Antônio da Paciência" por 10 anos, após ser vendida recebe nome
atual.
3:49 Fazenda Mulungu Vermelho (antiga São Francisco) Vassouras, datada de 1831.
3:52 Fazenda da Cachoeira - Porto das Flores, Belmiro Braga, MG, data desconhecida
3:56 Fazenda em Caeté (MG), data desconhecida
4:00 Velha Fazenda MG, data desconhecida
4:04 Desconhecida
4:07 Fazenda Penedo - Itatiaia RJ, século XIX
4:11 Fazenda Santa Lidia - Piquete SP, século XIX
4:15 Fazenda da Vargem -Nova Era/MG, na primeira metade do século XIX
4:19 Desconhecida
4;22 Fazenda Vila Rica -- Campinas SP, construída em 1860
4:26 Fazenda Engenho Novo - São Gonçalo -- RJ, inicio do sec. XlX
4:30 Fazenda Roças Velhas.- Roças Velhas Cariacica-ES, data desconhecida
4:34 Fazenda Cachoeira - Volta Redonda RJ, data desconhecida
4:37 Fazenda da Cachoeira - Valença RJ, primeira metade do século XIX
4:41 Fazenda Bocaina - Barra Mansa RJ, primeiras décadas do século XIX
4:45 Fazenda Boa Vista - Paraty RJ, construído em 1854
4:49 CASARAO-DA-FAZENDA-EM-ALEGRIA-MINAS-GERAIS
O BRASIL POR EDUARDO BUENO - Proclamação da República
postagem 52
Uma cena estranha antecedeu a Proclamação da República em 15 de novembro de 1889. Na madrugada daquele dia, Marechal Deodoro da Fonseca, doente e de pijamas, deixou seu quarto às pressas para liderar a derrubada do Visconde do Ouro Preto do poder. Deodoro garantiu que a República estava feita, mas não era verdade, já que ele mesmo a proclamou provisoriamente.
Proclamação da República, um golpe liderado por militares.
A proclamação do regime republicano brasileiro aconteceu em decorrência da crise do poder imperial, ascensão de novas correntes de pensamento político e interesse de determinados grupos sociais. Aos fins do Segundo Reinado, o governo de Dom Pedro II enfrentou esse quadro de tensões responsável pela queda da monarquia.
Mesmo buscando uma posição política conciliadora, Dom Pedro II não conseguia intermediar os interesses confiantes dos diferentes grupos sociais do país. A questão da escravidão era um dos maiores campos dessa tensão político-ideológica. Os intelectuais, militares e os órgãos de imprensa defendiam a abolição como uma necessidade primordial dentro do processo de modernização sócio-econômica do país.
Mesmo buscando uma posição política conciliadora, Dom Pedro II não conseguia intermediar os interesses confiantes dos diferentes grupos sociais do país. A questão da escravidão era um dos maiores campos dessa tensão político-ideológica. Os intelectuais, militares e os órgãos de imprensa defendiam a abolição como uma necessidade primordial dentro do processo de modernização sócio-econômica do país.
Podemos destacar a importância do processo de industrialização e o crescimento da cafeicultura enquanto
fatores de mudança sócio-econômica. As classes médias urbanas e os cafeicultores do Oeste paulista buscavam ampliar sua participação política através de uma nova forma de governo. Ao mesmo tempo, os militares que saíram vitoriosos da Guerra do Paraguai se aproximaram do pensamento positivista, defensor de um governo republicano centralizado. Além dessa demanda por transformação política, devemos também destacar como a campanha abolicionista começou a divulgar uma forte propaganda contra o regime monárquico. Vários entusiastas da causa abolicionista relacionavam os entraves do desenvolvimento nacional às desigualdades de um tipo de relação de trabalho legitimado pelas mãos de Dom Pedro II. Dessa forma, o fim da monarquia era uma opção viável para muitos daqueles que combatiam a mãode obra escrava.
fatores de mudança sócio-econômica. As classes médias urbanas e os cafeicultores do Oeste paulista buscavam ampliar sua participação política através de uma nova forma de governo. Ao mesmo tempo, os militares que saíram vitoriosos da Guerra do Paraguai se aproximaram do pensamento positivista, defensor de um governo republicano centralizado. Além dessa demanda por transformação política, devemos também destacar como a campanha abolicionista começou a divulgar uma forte propaganda contra o regime monárquico. Vários entusiastas da causa abolicionista relacionavam os entraves do desenvolvimento nacional às desigualdades de um tipo de relação de trabalho legitimado pelas mãos de Dom Pedro II. Dessa forma, o fim da monarquia era uma opção viável para muitos daqueles que combatiam a mãode obra escrava.
No ano de 1888, a abolição da escravidão promovida pelas mãos da princesa Isabel deu o último suspiro à
Monarquia Brasileira. O latifúndio e a sociedade escravista que justificavam a presença de um imperador enérgico e autoritário, não faziam mais sentido às novas feições da sociedade brasileira do século
XIX. Os clubes republicanos já se espalhavam em todo o país e naquela mesma época diversos boatos davam conta sobre a intenção de Dom Pedro II em reconfigurar os quadros da Guarda Nacional.
Monarquia Brasileira. O latifúndio e a sociedade escravista que justificavam a presença de um imperador enérgico e autoritário, não faziam mais sentido às novas feições da sociedade brasileira do século
XIX. Os clubes republicanos já se espalhavam em todo o país e naquela mesma época diversos boatos davam conta sobre a intenção de Dom Pedro II em reconfigurar os quadros da Guarda Nacional.
O golpe militar promovido em 15 de novembro de 1889 foi reafirmado com a proclamação civil de integrantes do Partido Republicano, na Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro. Ao contrário do que aparentou, a proclamação foi consequência de um governo que não mais possuía base de sustentação política e não contou com intensa participação popular. Conforme salientado pelo ministro Aristides Lobo, a proclamação ocorreu às vistas de um povo que assistiu tudo de forma bestializada.
indicações de livros
Os Bestializados: o Rio de Janeiro e a República Que Não Foi
- José Murilo de Carvalho
- Companhia das Letras
1888: Abolição do trabalho escravo. 1889: Proclamação da República.
Neste livro, José Murilo de Carvalho convida-nos a revisitar o Rio de Janeiro em
suas primeiras encenações como Capital Federal. Cidade Maravilhosa, se
acrescentarmos ao belo, o terrível; ao cômico, o trágico; à lógica, a
loucura.
Cidade mais que imperfeita, palco de políticas oficiais e invisíveis, de enredos conhecidos e mistérios insolúveis.
História social e literária, antropologia urbana, crítica cultural, análise política: o autor atravessa com brilho todos esses campos para reconstruir de forma originalíssima os impasses de uma República nascente, que teimam em perturbar ainda o sono das elites brasileiras.
Os Bestializados de ontem e de hoje são a face oculta de nosso modernismo: a cidade permaneceu alheia e atônita, buscando perdidamente seus cidadãos.
Neste livro, José Murilo de Carvalho convida-nos a revisitar o Rio de Janeiro em
suas primeiras encenações como Capital Federal. Cidade Maravilhosa, se
acrescentarmos ao belo, o terrível; ao cômico, o trágico; à lógica, a
loucura.
Cidade mais que imperfeita, palco de políticas oficiais e invisíveis, de enredos conhecidos e mistérios insolúveis.
História social e literária, antropologia urbana, crítica cultural, análise política: o autor atravessa com brilho todos esses campos para reconstruir de forma originalíssima os impasses de uma República nascente, que teimam em perturbar ainda o sono das elites brasileiras.
Os Bestializados de ontem e de hoje são a face oculta de nosso modernismo: a cidade permaneceu alheia e atônita, buscando perdidamente seus cidadãos.
sexta-feira, 9 de junho de 2017
O BRASIL POR EDUARDO BUENO - Roubo, Mas Faço
postagem 51
Você já deve ter escutado a expressão "Roubo, mas faço", mas você sabe
quem inaugurou a prática no Brasil? Anote este nome: Mem de Sá. Quando
ele chegou na Bahia, em 1557, precisou colocar ordem na casa e executou
essa tarefa com primor. Contudo, ao morrer, em 1572, ele era o homem
mais rico da colônia. Teria nosso desembargador passado a mão no
dinheiro da Coroa?
quem inaugurou a prática no Brasil? Anote este nome: Mem de Sá. Quando
ele chegou na Bahia, em 1557, precisou colocar ordem na casa e executou
essa tarefa com primor. Contudo, ao morrer, em 1572, ele era o homem
mais rico da colônia. Teria nosso desembargador passado a mão no
dinheiro da Coroa?
Mem de Sá foi um dos mais importantes governadores
gerais durante o período colonial, de forma que administrou a colônia no
período de quinze anos (1558 a 1572).
gerais durante o período colonial, de forma que administrou a colônia no
período de quinze anos (1558 a 1572).

Biografia
Mem de Sá nasceu em Coimbra, Portugal, por volta de
1500. Descendente de família nobre portuguesa, cursou Direito na
Universidade de Salamanca (Espanha), se formando em 1528. Exerceu a
profissão de juiz e diversos cargos políticos, desde governador de
Agravos e administrador colonial, governador geral durante quinze anos
no Brasil, cargo designado pela Rainha Catarina, esposa de Dom João III.
Faleceu em Salvador dia 2 de março de 1572.
1500. Descendente de família nobre portuguesa, cursou Direito na
Universidade de Salamanca (Espanha), se formando em 1528. Exerceu a
profissão de juiz e diversos cargos políticos, desde governador de
Agravos e administrador colonial, governador geral durante quinze anos
no Brasil, cargo designado pela Rainha Catarina, esposa de Dom João III.
Faleceu em Salvador dia 2 de março de 1572.
Nomeado terceiro governador-geral do Brasil em 1556, substituindo Duarte da Costa, chegou a Salvador em dezembro de 1557. Em sua nomeação para governador-geral, estabelecida por carta régia, o rei. d. João III concedeu-lhe amplos poderes no âmbito cível e penal, o que não ocorrera nos governos anteriores. Foi encarregado de estimular um melhor aproveitamento da terra para resolver a questão da presença francesa no Rio de Janeiro, que causava problemas relativos ao domínio e ao governo luso na colônia. Em Salvador, instalou-se no Colégio dos Jesuítas, consolidando sua aliança com a ordem de Santo Inácio. Os jesuítas foram encarregados de integrar os índios à colonização, através do aldeamento, da conversão e do ensino, que efetivaram um poderoso controle sobre as populações indígenas de várias regiões da costa brasileira. Aqueles que apresentaram insubmissão foram combatidos, como se deu nas batalhas da capitania do Espírito Santo, em que o próprio filho do governador-geral, Fernão de Sá, perdeu sua vida. Procurou dar ordem à cidade de Salvador, alertando ao rei sobre o perigo de usar degredados no povoamento da colônia. Apoiou a expedição de Brás Cubas, que saiu em busca de metais preciosos, partindo de São Vicente em 1560. A principal questão enfrentada, durante seu governo, foi o combate à invasão francesa na Guanabara, iniciada em 1555, ainda na gestão de Duarte da Costa, liderada por Nicolau Durand de Villegaignon, com apoio do almirante Coligny. Organizou uma expedição para atacar a França Antártica, sem esperar os reforços militares portugueses, e venceu temporariamente os franceses, aliados dos índios Tamoios. A permanência dos franceses levou o governo português a decidir-se pela reconquista e ocupação do território, tarefa que coube a Estácio de Sá, seu sobrinho. Em 1º de março de 1565, entre o Morro Cara de Cão e o Pão de Açúcar, foi fundada a cidade do Rio de Janeiro, transferida para o Morro do Castelo após a expulsão definitiva dos franceses. Novos embates ocorreram a partir de 1566, mas a expulsão final aconteceu somente em janeiro de 1567, tendo o governador-geral se deslocado ao lado de contingentes vindos de Ilhéus, Porto Seguro e São Vicente, para auxiliar a armada enviada por Portugal, que recebeu ainda reforço dos índios Temiminós. Estácio de Sá, seu sobrinho, morreu em decorrência de ferimentos deste último combate. Em setembro de 1570 escreveu o documento Instrumento de serviços, onde fazia uma exposição de suas realizações para a Coroa portuguesa desde que partiu de Portugal, em 1557, e solicitava seu retorno ao Reino. Governou até sua morte já que seu substituto, d. Luís de Vasconcelos, foi morto na viagem, atacado por corsários franceses. Morreu em Salvador, em março de 1572.
CONTRADITÓRIOS - Direita x Esquerda
postagem 50
Este é o programa Contraditórios. E na estreia vamos falar de Esquerda x Direita.
Eduardo Bueno e Marcelo Madureira discutem as posições políticas na história.
Eduardo Bueno e Marcelo Madureira discutem as posições políticas na história.
Direita x Esquerda
O termos direta e esquerda no âmbito político ocorreu durante a Revolução Francesa. A seguir saberemos como.
Sabemos que a Revolução Francesa foi um dos acontecimentos mais impactantes da história, haja vista que foi a partir dela que novos modelos políticos, sociais e culturais surgiram na Europa, “enterrando” o Antigo Regime Absolutista e espalhando-se para outros continentes. A estrutura do Antigo Regime era composta por três Estados: a Nobreza (primeiro), o Clero (segundo) e a Burguesia (terceiro), que se dividia entre alta e baixa burguesia e incluía também os trabalhadores urbanos e os camponeses.
A revolução estourou, em 1789, por causa da busca de legitimidade e representatividade política por parte do Terceiro Estado. Os membros do Terceiro Estado reuniram-se em Assembleia Constituinte para redefinir os rumos da França, levando em conta o protagonismo da burguesia. No salão em que a Assembleia reuniu-se, dois grupos principais debatiam. Do lado esquerdo, encontravam-se os mais exaltados e radicais, alinhados com a baixa burguesia e os trabalhadores. Os principais representantes desse grupo eram os jacobinos. Do lado direito, estavam aqueles mais moderados, com tendência à conciliação e com boa articulação com a nobreza e a alta burguesia. Eram conhecidos como girondinos.
Desse modo, dessas divergências entre jacobinos (radicais) e girondinos (moderados, tendendo à manutenção de certa ordem institucional tradicional) derivaram as noções de esquerda e direita, que perduram até hoje no debate político. Entretanto, há algumas particularidades de ordemideológica que precisam ser ressaltadas.
postagem 49
Livro Brasil: Terra À Vista! - Eduardo Bueno
SINOPSE
Eduardo
Bueno, especialista em história colonial brasileira, inova o modo de
contar o passado do nosso país neste Brasil: Terra à vista! –A aventura
ilustrada do Descobrimento. A expedição de Pedro Álvares Cabral, a carta
de Pero Vaz Caminha, o primeiro contato com os indígenas da costa
litorânea brasileira, a importância do legado de Bartolomeu Dias,
Américo Vespúcio e Vasco da Gama para esta empreitada, a relevância que o
Brasil adquiriu para a coroa portuguesa após sua descoberta e todo o
contexto histórico do Descobrimento são abordados de modo atrativo nesta
narrativa.
Seguro de que conhecer a História é uma viagem emocionante, o escritor e jornalista domina o leitor com uma prosa tão instigante quanto direta e informativa, destrinchando detalhes técnicos – como informações geográficas, de navegação, etc. – e explicando causas e conexões que fizeram história, mas que muitas vezes passam batido nos livros de história. Em Brasil: Terra à vista!, datas, personagens e acontecimentos são humanizados, para que possamos nos colocar no lugar daquelas pessoas que, no porto de Lisboa, entravam em um navio sem saber se retornariam: o autor perscruta a mente do grumete que primeiro avistou a costa brasileira e pergunta-se o que passou na cabeça do indígena que avisou aos seus companheiros da aproximação de uma fortaleza flutuante.
Seguro de que conhecer a História é uma viagem emocionante, o escritor e jornalista domina o leitor com uma prosa tão instigante quanto direta e informativa, destrinchando detalhes técnicos – como informações geográficas, de navegação, etc. – e explicando causas e conexões que fizeram história, mas que muitas vezes passam batido nos livros de história. Em Brasil: Terra à vista!, datas, personagens e acontecimentos são humanizados, para que possamos nos colocar no lugar daquelas pessoas que, no porto de Lisboa, entravam em um navio sem saber se retornariam: o autor perscruta a mente do grumete que primeiro avistou a costa brasileira e pergunta-se o que passou na cabeça do indígena que avisou aos seus companheiros da aproximação de uma fortaleza flutuante.
Viagem do Descobrimento
Resumo do livro Viagem do Descobrimento (Eduardo Bueno)
Livro
histórico do jornalista Bueno, de 1998 lançado em função aniversário
oficial do país, 500 anos em 2000. Os feitos de figuras como Vasco da
Gama, Duarte, Cabral, João II ou Nicolau Coelho, pontuam a narrativa de
Bueno, preocupada em recuperar detalhes sobre a empreitada de
Pedr´Alvares que, por muito tempo, ficou conhecida como uma viagem de
descoberta ocasional do Brasil.
Preocupado
mais com o pitoresco da viagem lusa, o leitor fica sabendo desde o
tamanho das naus, a tripulação, quanto em dinheiro receberam, até planos
dos reis, o desgosto de gente como Diogo Cão e referências aos aspectos
científicos da viagem,assim como a verdadeira história de Dom Henrique,
enfim… um painel da aventura do descobrimento (achamento) do Brasil.
Por outro lado, senti falta da ligação de Portugal com o contexto
europeu, uma vez que o fim do feudalismo estava anunciado e uma nova
ordem política, na Europa se expunha. Em que pé estariam, por exemplo,
os espanhóis, nesse processo expansionista ? E holandeses ?
Desde
a viagem de Vasco da Gama (1498) havia necessidade clara de circundar a
região do cabo Bojador, trazendo as naus mais para oeste, a fim de
escapar de calmarias, encontrando ventos melhores, rumo às Índias. Vasco
da Gama teria sugerido o movimento mais amplo para a expedição
encabeçada por Cabral, rumo a oeste, não só pela necessidade dos tais
ventos, mas também para que se pudesse ter a certeza de que, por aquela
rota alternativa, achariam terras. E deu certo.
É
fato que duas outras figuras, ironicamente espanholas, costearam o
litoral nordeste e norte, do Brasil, em 1500, entre janeiro e março :
Pinzon e Lepe. Contudo, historiadores como Capistrano de Abreu querem
dar importância maior ao feito de Cabral em função do contato com
pessoas, dando caráter sociológico destacável mais ao feito do português
que do espanhol. Puro ciúme. Pinzón e Lepe descobriram o país e é
difícil para o brasileiro, em geral, aceitar a coisa. Talvez muitos nem
saibam disso, o que me lembra a história birrenta que o brasileiro criou
entre irmãos Wright e Dumont, desde o final do século 19 e começo do
20, sobre quem teria voado primeiro.
Não
é possível, segundo o que se lê, separar Gama de Cabral, mesmo que
Camões, em 1572, tenha se esquecido de mencionar Pedro em seu poema
épico. Gama possui, no Mosteiro dos Jerônimos, um túmulo especial,
elevado, próximo ao de Camões, em Belém. Merecido. A Cabral restou o
quase esquecimento, assim como a própria terra dos papagaios ficou, por
trinta anos,abandonada pela corte. Poderia ter ficado mais tempo, de
repente mais índios nasceriam e seria difícil dizimar a todos em tão
pouco tempo. Contudo, em 1534 vieram os jesuítas…a força da Companhia de
Jesus era mesmo potente.
Náufragos, Traficantes e Degredados Eduardo Bueno (Autor)
“O Brasil estava precisando de livros de história gostosos de ler. Achei fascinante.” – Fernanda Torres, atriz.
“Ele conta história do jeito que deveria ser nas escolas: sem aquele monte de datas para decorar.” – Drauzio Varella, médico e escritor.
Os anos mais desconhecidos da história do Brasil são justamente aqueles que se estendem da descoberta de Cabral, em abril de 1500, à expedição de Martim Afonso de Sousa, em 1531. Repletas de drama, ação e aventura, essas três décadas não são apenas as mais misteriosas, mas também as mais intensas e movimentadas.
Tudo isso graças aos incríveis personagens que acabaram definindo os rumos da colônia: os náufragos, traficantes e degredados. A partir de diários de bordo, narrativas de viagem e fragmentos de cartas, este livro busca resgatar a trajetória pessoal desses homens de reputação sombria e origem enigmática, à margem da história oficial.
Embora tenham vivido além dos limites, além da lei e aquém da ética, eles foram os primeiros brasileiros – no sentido literal da palavra.
Passados 500 anos, é chegada a hora de náufragos, traficantes e degredados recuperarem o papel que desempenharam na construção do Brasil, ao conseguirem se aliar aos índios e conquistar poder político, intermediando o comércio com potências europeias.
Este é o segundo volume da coleção Brasilis, que alcançou a marca de 1 milhão de exemplares vendidos e inaugurou um estilo leve, crítico e divertido de contar a história de nosso país.
sinopse
“Ele conta história do jeito que deveria ser nas escolas: sem aquele monte de datas para decorar.” – Drauzio Varella, médico e escritor.
Os anos mais desconhecidos da história do Brasil são justamente aqueles que se estendem da descoberta de Cabral, em abril de 1500, à expedição de Martim Afonso de Sousa, em 1531. Repletas de drama, ação e aventura, essas três décadas não são apenas as mais misteriosas, mas também as mais intensas e movimentadas.
Tudo isso graças aos incríveis personagens que acabaram definindo os rumos da colônia: os náufragos, traficantes e degredados. A partir de diários de bordo, narrativas de viagem e fragmentos de cartas, este livro busca resgatar a trajetória pessoal desses homens de reputação sombria e origem enigmática, à margem da história oficial.
Embora tenham vivido além dos limites, além da lei e aquém da ética, eles foram os primeiros brasileiros – no sentido literal da palavra.
Passados 500 anos, é chegada a hora de náufragos, traficantes e degredados recuperarem o papel que desempenharam na construção do Brasil, ao conseguirem se aliar aos índios e conquistar poder político, intermediando o comércio com potências europeias.
Este é o segundo volume da coleção Brasilis, que alcançou a marca de 1 milhão de exemplares vendidos e inaugurou um estilo leve, crítico e divertido de contar a história de nosso país.
Quem foram os primeiros colonizadores do
Brasil? Por que foram designados para assumir as grandes propriedades de
terras e que missão esses donatários iriam desempenhar na nova colônia?
Os doze escolhidos, nomeados capitães do Brasil, eram conquistadores que lutaram na África ou na Índia, militares, funcionários graduados – todos ligados à Coroa portuguesa do século XVI. Esses homens deixaram tudo para trás a fim de se tornarem os representantes da metrópole no extenso e longínquo território além-mar.
Suas histórias foram marcadas por incríveis aventuras – mas também por grandes tragédias. Alguns desses capitães venderam todos os seus bens para se mudar para as capitanias e acabaram perdendo tudo ao chegar aqui. Um morreu no mar. Outro foi acusado de heresia e preso por seus próprios colonos. Houve até um que foi devorado por um Tupinambá.
Este livro narra a surpreendente saga dos capitães do Brasil no período de 1530 a 1550, revelando os jogos de poder, a ambição e o projeto da Coroa portuguesa para a colônia do outro lado do Atlântico, virtualmente abandonada desde a expedição de Cabral.
Capitães do Brasil é o terceiro volume da coleção Brasilis, que alcançou a marca de 1 milhão de exemplares vendidos e inaugurou um estilo leve, crítico e divertido de contar a história de nosso país.
“Eduardo Bueno descobriu o Brasil e não foi comido pelos índios.” – Fernando Gabeira, escritor
“Ele conta história do jeito que deveria ser nas escolas: sem aquele monte de datas para decorar.” – Drauzio Varella, médico e escritor
sinopse
Os doze escolhidos, nomeados capitães do Brasil, eram conquistadores que lutaram na África ou na Índia, militares, funcionários graduados – todos ligados à Coroa portuguesa do século XVI. Esses homens deixaram tudo para trás a fim de se tornarem os representantes da metrópole no extenso e longínquo território além-mar.
Suas histórias foram marcadas por incríveis aventuras – mas também por grandes tragédias. Alguns desses capitães venderam todos os seus bens para se mudar para as capitanias e acabaram perdendo tudo ao chegar aqui. Um morreu no mar. Outro foi acusado de heresia e preso por seus próprios colonos. Houve até um que foi devorado por um Tupinambá.
Este livro narra a surpreendente saga dos capitães do Brasil no período de 1530 a 1550, revelando os jogos de poder, a ambição e o projeto da Coroa portuguesa para a colônia do outro lado do Atlântico, virtualmente abandonada desde a expedição de Cabral.
Capitães do Brasil é o terceiro volume da coleção Brasilis, que alcançou a marca de 1 milhão de exemplares vendidos e inaugurou um estilo leve, crítico e divertido de contar a história de nosso país.
“Eduardo Bueno descobriu o Brasil e não foi comido pelos índios.” – Fernando Gabeira, escritor
“Ele conta história do jeito que deveria ser nas escolas: sem aquele monte de datas para decorar.” – Drauzio Varella, médico e escritor
sinopse
“Ao ler, me senti cumprindo uma
obrigação – de saber das minhas raízes – com o maior prazer.” – Marília
Gabriela, jornalista e atriz
“Ele conta história do jeito que deveria ser nas escolas: sem aquele monte de datas para decorar.” – Drauzio Varella, médico e escritor
Em 1548, com a derrocada das capitanias hereditárias, Portugal decidiu estabelecer um Governo-Geral no Brasil. No ano seguinte, o militar Tomé de Sousa desembarcou na Bahia, acompanhado por burocratas, funcionários públicos, soldados e degredados. Sua missão era construir a primeira capital da colônia, a Cidade do Salvador, e, a partir dali, estabelecer a lei e a ordem em todo o território.
A cidade – erguida em regime de empreitada, com licitações fraudadas e obras superfaturadas – de fato foi construída. Mas a lei e a ordem não fixaram residência ali. Pelo contrário: a desordem e a ilegalidade se tornaram a regra, não a exceção.
Com a substituição do rígido Tomé de Sousa pelo corrupto Duarte da Costa, o que já estava ruim ficou pior. E, assim, o destino do Brasil seguia em rumo incerto – com os franceses, desde 1555 instalados no Rio de Janeiro, a um passo de se tornarem seus novos colonizadores.
Ao mergulhar no cotidiano de uma sociedade marcada pela desigualdade, pelo desrespeito às leis, pelo uso do aparelho do Estado para obtenção de benefícios pessoais, pelo clientelismo e pela corrupção generalizada, este livro ajuda a desvendar a origem de algumas das mazelas que continuam minando o pleno desenvolvimento do Brasil.
''A coroa, a cruz e a espada'' é o quarto volume da coleção Brasilis, que alcançou a marca de 1 milhão de exemplares vendidos e inaugurou um estilo leve, crítico e divertido de contar a história de nosso país.
“Ele conta história do jeito que deveria ser nas escolas: sem aquele monte de datas para decorar.” – Drauzio Varella, médico e escritor
Em 1548, com a derrocada das capitanias hereditárias, Portugal decidiu estabelecer um Governo-Geral no Brasil. No ano seguinte, o militar Tomé de Sousa desembarcou na Bahia, acompanhado por burocratas, funcionários públicos, soldados e degredados. Sua missão era construir a primeira capital da colônia, a Cidade do Salvador, e, a partir dali, estabelecer a lei e a ordem em todo o território.
A cidade – erguida em regime de empreitada, com licitações fraudadas e obras superfaturadas – de fato foi construída. Mas a lei e a ordem não fixaram residência ali. Pelo contrário: a desordem e a ilegalidade se tornaram a regra, não a exceção.
Com a substituição do rígido Tomé de Sousa pelo corrupto Duarte da Costa, o que já estava ruim ficou pior. E, assim, o destino do Brasil seguia em rumo incerto – com os franceses, desde 1555 instalados no Rio de Janeiro, a um passo de se tornarem seus novos colonizadores.
Ao mergulhar no cotidiano de uma sociedade marcada pela desigualdade, pelo desrespeito às leis, pelo uso do aparelho do Estado para obtenção de benefícios pessoais, pelo clientelismo e pela corrupção generalizada, este livro ajuda a desvendar a origem de algumas das mazelas que continuam minando o pleno desenvolvimento do Brasil.
''A coroa, a cruz e a espada'' é o quarto volume da coleção Brasilis, que alcançou a marca de 1 milhão de exemplares vendidos e inaugurou um estilo leve, crítico e divertido de contar a história de nosso país.
Eduardo Bueno
Sobre o Autor
Eduardo Bueno é escritor, com mais de 30 livros publicados, jornalista, editor e tradutor. Com a coleção Brasilis, que reúne A viagem do descobrimento, Náufragos, traficantes e degredados, Capitães do Brasil e A coroa, a cruz e a espada, tornou-se o primeiro autor brasileiro a emplacar simultaneamente quatro títulos entre os cinco primeiros nas listas de mais vendidos dos principais jornais e revistas do país. Eduardo também traduziu 22 livros, sendo o principal deles o clássico On the Road – Pé na Estrada, de Jack Kerouac, que marcou o desembarque da “literatura beat” no Brasil. Ao longo das décadas de 1980 e 1990, editou mais de 200 títulos, tendo colaborado com algumas das principais editoras brasileiras. Como jornalista, trabalhou nos principais veículos de comunicação, entre eles a Rede Globo, a TV Cultura, a TVE-RS e os jornais O Estado de S. Paulo e Zero Hora. Já dirigiu e estrelou um programa sobre história do Brasil no Fantástico, da TV Globo, e foi o primeiro apresentador do History Channel no Brasil. Eduardo Bueno ganhou dezenas de prêmios, dentre eles o Jabuti, em 1999, e a Ordem do Mérito Cultural, comenda concedida pelo Ministério da Cultura do governo federal.
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